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Jun
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Diez preguntas trampa de las entrevistas de trabajo

2 de junio de 2010, 12h16 Diez preguntas trampa de las entrevistas de trabajo Por Carlos Salas Diez preguntas trampa de las entrevistas de trabajo Foto ampliada ¿Te has sentido alguna vez entre la espada y la pared en una entrevista de trabajo? Te contamos los trucos que utilizan los entrevistadores para hacerte perder la calma, y lo que debes o no debes contestar. Tienes delante al entrevistador. De repente te hace la siguiente pregunta: ¿Cuál crees que es tu mayor defecto? Respuesta: “Soy muy perfeccionista”. Ya estás descartado. Casi todos los entrevistados caen en esa pregunta pues en lugar de sincerarse y comentar algún defecto, resulta que su mayor defecto es “ser perfeccionista”, o sea, una cualidad. Otros dicen: “soy muy trabajador”. ¿Y eso es un defecto? O responden: “Estoy muchas horas en la oficina”. ¿Y eso es un defecto? Existen muchas fórmulas para confesar defectos sin arruinar la entrevista de trabajo. Por ejemplo: “Me cuesta tomar decisiones”. Puede parecer una persona indecisa, pero también es la muestra de que ahí hay una persona reflexiva que se toma tiempo para decidir. He aquí otras nueves preguntas trampa y cómo responderlas: 2. Según tus amigos, ¿cuál es tu mayor defecto? “Dicen que soy un poco orgulloso y que me molestan las críticas”. (Aquí estás demostrando sinceridad y a la vez, conviertes el defecto en cualidad porque al decir que te molestan las críticas, ya expones que eres capaz de admitir esas críticas. Por cierto, no amplifiques los defectos diciendo “muy orgulloso” sino “un poco”. No digas “siempre” me molestan las críticas sino “a veces”). 3. Si tuvieras que despedir a alguien, ¿cómo se lo dirías? “Lo reuniría en un despacho y le diría mirándole a los ojos que no puede seguir con nosotros. Trataría de convencerle que un cambio de rumbo, puede conducirle a un trabajo que conjugue más con su personalidad”. (Es importante resaltar que le mirarías a los ojos. Demuestra nobleza). 4. ¿Qué es más importante: el trabajo o el dinero? “Prefiero ganar menos trabajando a gusto que lo contrario”. 5. Si te ordenaran hacer un trabajo que no te gusta, ¿qué harías? “Aguantarme. Lo he hecho muchas veces”. 6. ¿Qué es lo que más te molesta de tus compañeros de trabajo o compañeros de universidad? “Las quejas. No me gusta pasarme todo el día escuchando sus quejas. Les digo que sean positivos”. 7. ¿Tienes algún punto ciego que no ha desarrollado? “Si es un punto ciego, no lo conozco, pero no me importaría que los demás me lo señalaran. Puedo corregir mis errores”. 8. ¿En qué ocasiones mentirías? “Para no herir a un compañero. Pero prefiero decirle la verdad si veo que así puedo corregir un grave error”. 9. ¿Cuál ha sido tu mayor frustración profesional? Comenta cualquier cosa: “Me echaron del anterior trabajo; no logré empatizar con el jefe; no me contrataron a pesar de que insistí mucho”. Lo importante es que su respuesta no muestre a una persona rencorosa, sino a alguien que ha sabido sacar el lado positivo de las crisis. “De eso aprendí que un tropiezo forma parte de tu experiencia”. 10. ¿Tienes alguna pregunta para mí? Pregunta si hay planes de formación, si puedes cambiar de ciudad, cuál es la política de promoción…. Pero no preguntes el horario (porque parece que te quieres ir a casa).

09
Mar
10

Novos desafios

Como é dia da mulher aqui ficam oito exemplos de oito mulheres ,de que nunca é tarde de mais para assumir novos desafios.

Amy Cohen sempre achou que aos trinta anos estaria no melhor momento de sua carreira, teria um marido dedicado e dois filhos lindos.

Mas a realidade foi bem diferente. Aos trinta e cinco anos, Amy perde a mãe, vítima de um câncer, é demitida do trabalho, em que é roteirista de séries de TV, além de ser abandonada pelo namorado com quem planejava se casar.

Diante dessa sucessão de rasteiras, Amy fez o menos improvável numa situação como essa: decidiu reinventar-se. É ela mesmo quem narra a história em tom autobiográfico e libertador do livro Nunca É Tarde Demais (editora BestSeller), cuja maior lição é de que a vida, permite, sim, uma guinada.

No caso de Amy, ela não se deixou sucumbir à dor e às perdas e se lançou para uma jornada de novas descobertas e transformações.

Amy decidiu passar por novas experiências – até mesmo aprender a andar de bicicleta.

“Com a maturidade, você já sabe o que quer e não tem mais os medos e inseguranças da juventude. É a hora de aproveitar a oportunidade que nunca teve e fazer a vida ficar mais animada, assumindo novos desafios”, explica a psicóloga Marina Vasconcellos.

A seguir, você confere histórias inspiradoras de mulheres, como Amy, que expandiram seus horizontes em busca da felicidade.

Mulher no volante

Pé na tábua
Miriam Nascimento nunca fez questão de dirigir um carro, sempre ocupou o lugar do carona. Mas, depois que seu marido faleceu, além de ter que assumir o negócio da família, uma pousada no litoral, também teve que aprender a ser motorista.

Sozinha e com uma filha pequena, ela se viu impossibilitada de praticar suas atividades corriqueiras por não saber dirigir. “Entrei na auto-escola com 39 anos e venci o meu medo. Foi uma alegria perceber a minha capacidade de superação”, conta.

Para a psicóloga Marina Vasconcellos, assumir tarefas vistas como já ultrapassadas para aquela idade é sinal de coragem, pois, quando o fazemos, enfrentamos críticas e lidamos com um fator importante da maturidade: a síndrome da prevenção. “Já sabemos as consequências do que estamos fazemos e temos consciência das nossas limitações”, afirma.

Aprendendo inglês

Enrolando a língua
Aos 52 anos, a empregada doméstica Maria Antonia da Silva decidiu retornar a escola para aprender uma outra língua, o inglês. Ela quis aprender o idioma quando teve acesso à internet para ajudar os filhos nas tarefas escolares e viu que muitos dos sites que consultava eram na língua inglesa.

“Era tanta informação nova, que fiquei perdida, então, decidi me matricular na escola e convivo numa boa com minhas colegas de sala, apesar da diferença de idade”, conta.

Namoro na terceira idade


Meu novo namorado

E para quem acha que namoro é só para os jovens casais, é melhor conhecer dona Paula Martins. A aposentada ficou viúva há cinco anos e decidiu sair do luto e seguir em frente.

Hoje, aos 74 anos, namora o advogado aposentado Pedro Coelho, de 65 anos, e faz planos de casamento: “não pude me casar na igreja porque eu era muito nova, mas acho lindo casar de branco, por isso, fico namorando os vestidos na vitrine. Um dia eu ainda caso como manda o figurino”, diz Paula.

Andar de bicicleta

Primeiro passeio de bicicleta
No final desse ano, Maria Selma realizou o sonho de infância. Aos 47 anos, ela andou pela primeira vez de bicicleta. “Me senti livre, como achei que aconteceria”, explica a dona de casa, casada e mãe de três filhos. Antes do grande dia, teve treino. A filha, Flávia, de 24 anos, ajudou.

“Quando eu era criança, meus pais nunca tiveram condições de me dar uma bicicleta, por isso passei a vida inteira sonhando com esse dia”, conta Maria Selma.

Para a psicóloga Marina Vasconcellos, a bicicleta faz parte do universo lúdico da criança, porém, mais do que um objeto de lazer, ela é um ícone da infância.

“Esta vontade, como a de Maria Selma, de realizar um desejo que nos remete a nossa infância, representa que crescemos com a bagagem que adquirimos quando ainda somos crianças, seja ela positiva ou negativa, e de que temos capacidade de nos reciclar e nos renovar sempre”, explica.

Vestibular

Passei no vestibular!
Auracy Lopes Barbosa sofreu tanto com a ausência da filha, que passou no vestibular e foi morar em outra cidade que até entrou em depressão.

E foi justamente nos estudos que ela encontrou o tratamento para a doença.

Aos 52 anos, ela se matriculou em um curso de enfermagem e sonha em ir mais além: “quero me formar e fazer outros cursos. A mente da gente não envelhece”, fala Aracy.

“Envelhecer exercitando a mente é um excelente remédio para os males da terceira-idade. Uma mente ativa é sinônima de velhice saudável”, explica a psicóloga.

Balada

Na pista
Baile da saudade? Baile da terceira-idade?
Otília Marques é ótima pé-de-valsa, mas o negócio dela mesmo é a balada no final de semana.”Curtir a noite aos 54 anos tem um gostinho especial”, afirma ela.

Separada há 20 anos, ela conta que depois que os filhos cresceram e saíram de casa, resolveu encontrar uma forma de fazer reencontrar a alegria e começou a frequentar festas badalas de São Paulo: “adoro música e gente bonita. Essa coisa de baile da terceira idade não está com nada. Eu quero mais é diversão”, brinca ela.

Emagrecer

A meta da balança
Não adianta. Chega uma hora que não dá para evitar a seguinte pergunta: “eu estou feliz com o meu corpo?”.  Se a resposta for “não”, deixe a preguiça de lado e corra atrás do prejuízo.

Foi exatamente o que fez Luiza Machado, de 42 anos, depois de engordar 30 quilos, em função de sua separação: “eu não queria mais sair de casa, então, um dia olhei para mim e me perguntei por que eu não mudava aquilo que estava me incomodando”, relembra.

Luiza procurou ajuda nutricional e emagreceu 20 quilos. Hoje leva vida nova e se sente orgulhosa de si mesma, quando consegue entrar no manequim 40: “é muito bom me sentir bonita de novo”, explica.

Maternidade  tardia

Maternidade na maturidade
Claudia e Sidnei resolveram ficar grávidos aos 40. Depois de se firmar na carreira, a jornalista, hoje com 45 anos, conta que o maior desafio foi superar os medos dos estereótipos: “eu tinha medo de parecer avó do meu filho e de não dar conta do recado em função da minha idade. Hoje ele tem 5 anos e, apesar das limitações típicas da idade, vejo que dei conta do recado e que ser mãe é muito mais do que ter pique e fazer brincadeiras engraçadas, é ter responsabilidade e descontração na medida certa e acho que estou encontrando o equilíbrio”, diz Claudia.

24
Maio
08

Haikais e outros ais

Haikais e outros ais

Breve brisa
Leve folha
Manhã de outonoFindo o inverno
Renasce bela
Branca flor de cerejeira

Noite sem lua
Dama-da-noite
Entorpece a alma

Barulho de água
Lágrimas, chuva
Árvores choram

Em segredo
Segrego
meus sonhos
Do seu fato

Casa às costas
O caracol desliza
Sob gotas de orvalho

O vento brinca
Com a direção da chuva
Noite sem estrelas

Aranhas e bromélias
Sob a luz do sol
Beleza contrastada

16
Maio
08

Watch it out video sobre drogas alucinogenicas.




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